domingo, 3 de abril de 2011

Gustavo Faquim - acústico

Shows:

Gustavo Faquim
05 de maio de 20011 no Unibar em Paranavaí apartir das 20 hs
Com participação da Dafini Pacheco



quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Projeto Campo da música

Objetivo

Objetivo do projeto é fazer da música um instrumento de cidadania, contribuindo para a integração e socialização da crianças e adolescentes na sociedade, desenvolvendo suas habilidades e potencialidades contribuindo para melhoria de seu aprendizado escolar, para que futuramente sejam conscientes dos seus direitos e deveres, afastando-os do crime, das drogas e da violência.


Valor
O projeto benificia 10 alunos, com descontos na mensalidade de 20% até 60% do valor real da Mensalidade que é de R$ 70,00
 
Parceiros
 

domingo, 20 de fevereiro de 2011

quando esta no sangue, não se pode negar

A vida ensina música...

Centro de Educação Musical Arte e Música


Para todos os amigos, de Willian Shakespeare.

Um dia você aprende que...
Depois de algum tempo você aprende a diferença, a subtil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas. E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.
E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.
Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo.
E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam... E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso.
Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.
Descobre que se leva anos para se construir confiança e apenas segundos para destrui-la, e que você pode fazer coisas em um instante, das quais se arrependerá pelo resto da vida.
Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias.
E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida.
E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher.
Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam,
percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos. Descobre que devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vejamos. Aprende que as circunstâncias e os ambientes tem influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos. Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser.
Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto.
Aprende que não importa onde já chegou, mas onde está indo, mas se você não
sabe para onde está indo, qualquer lugar serve. Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados.
Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências. Aprende que paciência requer muita prática. Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute, quando você cai é uma das poucas que o ajudam a levantar-se. Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiências que se
teve, e o que você aprendeu com elas, do que com quantos aniversários você celebrou.
Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha.
Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens,
poucas coisas são tão humilhantes, e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.
Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não lhe dá o direito de ser cruel. Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame,
não significa que esse alguém não sabe amar, contudo, o ama como pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.
Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo. Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado.
Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte.
Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás, portanto, plante seu jardim
e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores...
E você aprende que realmente pode suportar... que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida! Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o bem que poderíamos conquistar, se não fosse o medo de tentar.

Willian Shakespeare

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Em aula

"Cada um deve dedicar-se à sua própria educação até o último dia."
(Massimo d'Azeglio)




Alunos em aula

"Se você quer ser bem sucedido, precisa ter dedicação total, buscar seu último limite e dar o melhor de si mesmo." (Ayrton Senna)




domingo, 13 de fevereiro de 2011

Meu Garoto


"Dedicação não é o que os outros esperam de você, é o que você pode dar aos outros." (Autor desconhecido)

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Informativo – Projeto Música e Cidadania “Campo da Música”

Caro amigo/Parceiro

O projeto deste 2005 tem como costume de passar o primeiro semestre em sala de aula, estudando e ensaiando para que o segundo semestre possa fazer apresentações em alto nivel, serão divulgadas fotos dos ensaios e aulas no blog e no orkut. No primeiro semestre serão feitos alguns investimento para melhor atender os alunos em sala, como compra de equipamentos e outros.

As unicas apresentações feitas serão uma vez por mês no centro da cidade de paranavai em frente da Play Music para que eles não percam o contato com o publico.

Alunos destaque do projeto

A aluna Luana Luciano que faz parte do projeto, hoje ela é instrutora de violão.
Os alunos Gustavo Faquin e Dafini Pacheco são uma dupla que se apresentarão na cidade e região, e estão ensaiando para gravação de um video clip para ser mandado para SBT.

Se não fosse os parceiros e amigos que apoião o projeto nada disso aconteceria, muito obrigado a todos Deus abençoe todos nós.

Vander Gonçalves

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

ATENÇÃO - Comunicado

Caros alunos, para melhor acomodação a vocês, todos os alunos que faziam aulas na Escola Arte e Música serão transferidos para a Escola Gênios do Teclado, sem custo nenhum a vocês.
A escola Arte e Música fez essa parceria a beneficio de vocês. A escola Gênios do Teclado possui 3 salas com ótima acomodação. Um ótimo ano e boa aula a todos vocês.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Aula 6 - Música "Definição negativa"

Uma vez que é difícil obter um conceito sobre o que é a música, alguns tendem a definí-la pelo que não é:
•A música não é uma linguagem normal. A música não é capaz de significar da mesma forma que as línguas comuns. Ela não é um discurso verbal, nem uma língua, nem uma linguagem no sentido da linguística (ou seja uma dupla articulação signo/significado), mas sim uma linguagem peculiar, cujos modos de articulação signo musical/significado musical vêm sendo estudados pela Semiótica da Música.
•A música não é ruído. O ruído pode ser um componente da música, assim como também é um componente (essencial) do som. Embora a Arte dos ruídos teorizasse a introdução dos sons da vida cotidiana na criação musical, o termo "ruído" também pode ser compreendido como desordem. E a música é uma organização, uma composição, uma construção ou recorte deliberado (se considerarmos os elementos componentes do som musical). A oposição que normalmente se faz entre estas duas palavras pode conduzir à confusão e para evitá-la é preciso se referir sempre à ideia de organização. Quando Varèse e Schaeffer utilizam ruídos de tráfego na música concreta ou algumas bandas de Rock industrial, como o Einstürzende Neubauten, utilizam sons de máquinas, devemos entender que o "ruído" selecionado, recortado da realidade e reorganizado se torna música pela intenção do artista.
•A música não é totalizante. Ela não tem o mesmo sentido para todos que a ouvem. Cada indivíduo usa a sua própria emotividade, sua imaginação, suas lembranças e suas raízes culturais para dar a ela um sentido que lhe pareça apropriado. Podemos afirmar que certos aspectos da música têm efeitos semelhantes em populações muito diferentes (por exemplo, a aceleração do ritmo pode ser interpretada frequentemente como manifestação de alegria), mas todos os detalhes, todas as sutilezas de uma obra ou de uma improvisação não são sempre interpretadas ou sentidas de maneira semelhante por pessoas de classes sociais ou de culturas diferentes.
•A música não é sua representação gráfica. Uma partitura é um meio eficiente de representar a maneira esperada da execução de uma composição, mas ela só se torna música quando executada, ouvida ou percebida. A partitura pode ter méritos gráficos ou estéticos independentes da execução, mas não é, por si só, música.


Referências
1. Mousike, Henry George Liddell, Robert Scott, A Greek-English Lexicon, at Perseus
2. Dicionário Aurélio do Século XXI
3. "A Theatre Before the World: Performance History at the Intersection of Hebrew, Greek, and Roman Religious Processional" The Journal of Religion and Theatre, Vol. 5, No. 1, Summer 2006.
4. Nattiez, Jean-Jacques. Music and discourse: toward a semiology of music. [S.l.]: Princeton University Press, 1990. pp. 48, 55.
5. Wilkinson, Endymion Porter. Chinese history. [S.l.]: Harvard University Asia Center, 2000.
6. Alyn Shipton, A New History of Jazz, 2nd. ed., Continuum, 2007, pp. 4–5
7. Baroque Music by Elaine Thornburgh and Jack Logan, Ph. D.

Fonte: Wikipédia

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Aula 5 - Música "A abordagem funcional, artística e espiritual"

Para um outro grupo, a música não pode funcionar a não ser que seja percebida. Não há, portanto, música se não houver uma obra musical que estabelece um diálogo entre o compositor e o ouvinte. Este diálogo funciona por intermédio de um gesto musical formante (dado pela notação) ou formalizado (por meio da interpretação). Neste grupo há quem defina música como sendo "a arte de manifestar os afectos da alma, através do som" (Bona). Esta expressão informa as seguintes características:
1) música é arte: manifestação estética, mas com especial intenção a uma mensagem emocional;
2) música é manifestação, isto é, meio de comunicação, uma das formas de linguagem a ser considerada, uma forma de transmitir e recepcionar uma certa mensagem, entre indivíduos considerados, ou entre a emoção e os sentidos do próprio indivíduo que entona uma música;
3) utiliza-se do som, é a ideia de que o som, ainda que sem o silêncio pode produzir música, o silêncio individualmente considerado não produz música.


Para os adeptos dessa abordagem, a música só existe como manifestação humana. É atividade artística por excelência e possibilita ao compositor ou executante compartilhar suas emoções e sentimentos. Sob essa óptica, a música não pode ser um fenômeno natural, pois decorre de um desejo humano de modificar o mundo, de torná-lo diferente do estado natural. Em cada ponta dessa cadeia, há o homem. A música é sempre concebida e recebida por um ser humano. Neste caso, a definição da música, como em todas as artes, passa também pela definição de uma certa forma de comunicação entre os homens. Como não pode haver diálogo ou comunicação sem troca de signos, para essa vertente a música é um fenômeno semiótico.

Referências
1.Mousike, Henry George Liddell, Robert Scott, A Greek-English Lexicon, at Perseus
2.Dicionário Aurélio do Século XXI
3."A Theatre Before the World: Performance History at the Intersection of Hebrew, Greek, and Roman Religious Processional" The Journal of Religion and Theatre, Vol. 5, No. 1, Summer 2006.
4.Nattiez, Jean-Jacques. Music and discourse: toward a semiology of music. [S.l.]: Princeton University Press, 1990. pp. 48, 55.
5.Wilkinson, Endymion Porter. Chinese history. [S.l.]: Harvard University Asia Center, 2000.
6.Alyn Shipton, A New History of Jazz, 2nd. ed., Continuum, 2007, pp. 4–5
7.Baroque Music by Elaine Thornburgh and Jack Logan, Ph. D.

Fonte: Wikipédia


terça-feira, 18 de janeiro de 2011

As férias terminaram

As férias terminaram, porém agora é que virá a etapa mais difícil. A entrada em sala de aula, onde alunos com olhos irrequietos e ansiosos estarão procurando saber quem é você e o que será capaz de lhes dar durante todo o ano letivo.
Procure fazer de seu aluno alvo de amor e dedicação.
É tarefa fácil quando temos no magistério o ideal de nossas vidas.
Amar o aluno é aceitá-la em toda a sua plenitude, sendo carinhoso, porém firme em suas decisões, respeitando as diferenças de cada um.

Refletindo:
O tempo é algo que não volta atrás.
Por isso plante seu jardim e decore sua alma,
Ao invés de esperar que alguém lhe traga flores ...

Vamos por isso buscar o encontro dos nossos pontos comuns e CRESCER com a troca do diferente da cada um de nós".


Um ótimo retorno!

Aula 4 - Música "A abordagem naturalista"

De acordo com a primeira abordagem, a música existe antes de ser ouvida; ela pode mesmo ter uma existência autônoma na natureza e pela natureza. Os adeptos desse conceito afirmam que, em si mesma, a música não constitui arte, mas criá-la e expressá-la sim. Enquanto ouvir música possa ser um lazer e aprendê-la e entendê-la seja fruto da disciplina, a música em si é um fenômeno natural e universal. A teoria da ressonância natural de Mersenne e Rameau vai neste sentido, pois ao afirmar a natureza matemática das relações harmônicas e sua influência na percepção auditiva da consonância e dissonância, ela estabelece a preponderância do natural sobre a prática formal. Consideram ainda que, por ser um fenômeno natural e intuitivo, os seres humanos podem executar e ouvir a música virtualmente em suas mentes sem mesmo aprendê-la ou compreendê-la. Compor, improvisar e executar são formas de arte que utilizam o fenômeno música.
Sob esse ponto de vista, não há a necessidade de comunicação ou mesmo da percepção para que haja música. Ela decorre de interações físicas e prescinde do humano.


Referências
1.Mousike, Henry George Liddell, Robert Scott, A Greek-English Lexicon, at Perseus
2.Dicionário Aurélio do Século XXI
3."A Theatre Before the World: Performance History at the Intersection of Hebrew, Greek, and Roman Religious Processional" The Journal of Religion and Theatre, Vol. 5, No. 1, Summer 2006.
4.Nattiez, Jean-Jacques. Music and discourse: toward a semiology of music. [S.l.]: Princeton University Press, 1990. pp. 48, 55.
5.Wilkinson, Endymion Porter. Chinese history. [S.l.]: Harvard University Asia Center, 2000.
6.Alyn Shipton, A New History of Jazz, 2nd. ed., Continuum, 2007, pp. 4–5
7.Baroque Music by Elaine Thornburgh and Jack Logan, Ph. D.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Projeto Música e Cidadania "Campo da Música"

® 2008-2011 Projeto Música e Cidadania “Campo da Música” - Objetivo do projeto é fazer da música um instrumento de cidadania, contribuindo para a integração e socialização da crianças e adolescentes na sociedade, desenvolvendo suas habilidades e potencialidades contribuindo para melhoria de seu aprendizado escolar, para que futuramente sejam conscientes dos seus direitos e deveres, afastando-os do crime, das drogas e da violência.

Vander da Silva Gonçalves - Fone (44) 9124-6039
Acompanhe o projeto pelo:
E-mail - Msn: arte_musica781@hotmail.com
Blog: http://vandergoncalves.blogspot.com/
Facebook: Vander Gonçalves
Orkut: Vander Gonçalves "Campo da Música" - Oficial
You Tube: Vander Gonçalves – Aula de música


Apresentações prevista para 2011 (Abertura do projeto a ser marcada em Março com presença de todos os parceiros)

Sarau de outono do CECAP e Parceiros.
Sarau de outono do SESC/CECAP e Parceiros.
Sarau de primavera do CECAP e Parceiros.
Sarau de primavera do SESC/CECAP e Parceiros.
Apresentação em frente a Play Music. Obs.: São varias apres. No decorrer do ano.
Apresentação em frente a Gênios do teclado. Obs.: São varias apres. No decorrer do ano.
II Festival de Música CECAP – 11 de Novembro de 2011.
Colégio estadual Silvio Vidal
Entre outros convites.


Faça como eles, sejam amigo/parceiro desse projeto.

Parceiros: Ferragens Vitória, Podium Alimentos, Gênios do Teclado, Play Music, Vander Gonçalves Aulas de Música, Rede Social E-Solidário RJ e CECAP Paranavaí.

domingo, 16 de janeiro de 2011

Aula 3 - Música - "Definição"

Definir a música não é tarefa fácil porque apesar de ser intuitivamente conhecida por qualquer pessoa, é difícil encontrar um conceito que abarque todos os significados dessa prática. Mais do que qualquer outra manifestação humana, a música contém e manipula o som e o organiza no tempo. Talvez por essa razão ela esteja sempre fugindo a qualquer definição, pois ao buscá-la, a música já se modificou, já evoluiu. E esse jogo do tempo é simultaneamente físico e emocional. Como "arte do efêmero", a música não pode ser completamente conhecida e por isso é tão difícil enquadrá-la em um conceito simples.
A música também pode ser definida como uma forma linguagem que se utiliza da voz, instrumentos musicais e outros artifícios, para expressar algo à alguém.
Um dos poucos consensos é que ela consiste em uma combinação de sons e de silêncios, numa sequência simultânea ou em sequências sucessivas e simultâneas que se desenvolvem ao longo do tempo. Neste sentido, engloba toda combinação de elementos sonoros destinados a serem percebidos pela audição. Isso inclui variações nas características do som (altura, duração, intensidade e timbre) que podem ocorrer sequencialmente (ritmo e melodia) ou simultaneamente (harmonia). Ritmo, melodia e harmonia são entendidos aqui apenas em seu sentido de organização temporal, pois a música pode conter propositalmente harmonias ruidosas (que contém ruídos ou sons externos ao tradicional) e arritmias (ausência de ritmo formal ou desvios ritmicos).
E é nesse ponto que o consenso deixa de existir. As perguntas que decorrem desta simples constatação encontram diferentes respostas, se encaradas do ponto de vista do criador (compositor), do executante (músico), do historiador, do filósofo, do antropólogo, do linguista ou do amador. E as perguntas são muitas:
• Toda combinação de sons e silêncios é música?
• Música é arte? Ou de outra forma, a música é sempre arte?
• A música existe antes de ser ouvida? O que faz com que a música seja música é algum aspecto objetivo ou ela é uma construção da consciência e da percepção?
Mesmo os adeptos da música aleatória, responsáveis pela mais recente desconstrução e reformulação da prática musical, reconhecem que a música se inspira sempre em uma "matéria sonora", cujos dados perceptíveis podem ser reagrupados para construir uma "materia musical", que obedece a um objetivo de representação próprio do compositor, mediado pela técnica. Em qualquer forma de percepção, os estímulos vindos dos órgãos dos sentidos precisam ser interpretados pela pessoa que os recebe. Assim também ocorre com a percepção musical, que se dá principalmente pelo sentido da audição. O ouvinte não pode alcançar a totalidade dos objetivos do compositor. Por isso reinterpreta o "material musical" de acordo com seus próprios critérios, que envolvem aquilo que ele conhece, sua cultura e seu estado emocional.
Da diversidade de interpretações e também das diferentes funções em que a música pode ser utilizada se conclui que a música não pode ter uma só definição precisa, que abarque todos os seus usos e gêneros. Todavia, é possível apresentar algumas definições e conceitos que fundamentam uma "história da música" em perpétua evolução, tanto no domínio do popular, do tradicional, do folclórico ou do erudito.
O campo das definições possíveis é na verdade muito grande. Há definições de vários músicos (como Mozart, Beethoveen, Schönberg, Stravinsky, Varèse, Gould, Jean Guillou, Boulez, Berio e Harnoncourt), bem como de musicólogos como Carl Dalhaus, Jean Molino, Jean-Jacques Nattiez, Célestin Deliège, entre outros. Entretanto, quer sejam formuladas por músicos, musicólogos ou outras pessoas, elas se dividem em duas grandes classes: uma abordagem intrínseca, imanente e naturalista contra uma outra que a considera antes de tudo uma arte dos sons e se concentra na sua utilização e percepção.

Referências
1. Mousike, Henry George Liddell, Robert Scott, A Greek-English Lexicon, at Perseus
2. Dicionário Aurélio do Século XXI
3. "A Theatre Before the World: Performance History at the Intersection of Hebrew, Greek, and Roman Religious Processional" The Journal of Religion and Theatre, Vol. 5, No. 1, Summer 2006. 4. Nattiez, Jean-Jacques. Music and discourse: toward a semiology of music. [S.l.]: Princeton University Press, 1990. pp. 48, 55.
5. Wilkinson, Endymion Porter. Chinese history. [S.l.]: Harvard University Asia Center, 2000.
6. Alyn Shipton, A New History of Jazz, 2nd. ed., Continuum, 2007, pp. 4–5
7. Baroque Music by Elaine Thornburgh and Jack Logan, Ph. D.

Fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%BAsica


sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Aula 2 - Música "o conceito"

A música (do grego μουσική τέχνη - musiké téchne, a arte das musas) é uma forma de arte que se constitui basicamente em combinar sons e silêncio seguindo, ou não, uma pré-organização ao longo do tempo.
É considerada por diversos autores como uma prática cultural e humana. Atualmente não se conhece nenhuma civilização ou agrupamento que não possua manifestações musicais próprias. Embora nem sempre seja feita com esse objetivo, a música pode ser considerada como uma forma de arte, considerada por muitos como sua principal função.
A criação, a performance, o significado e até mesmo a definição de música variam de acordo com a cultura e o contexto social. A música vai desde composições fortemente organizadas (e a sua recriação na performance), música improvisada até formas aleatórias. A musica pode ser dividida em gêneros e subgêneros, contudo as linhas divisórias e as relações entre géneros musicais são muitas vezes sutis, algumas vezes abertas à interpretação individual e ocasionalmente controversas. Dentro das "artes", a música pode ser classificada como uma arte de representação, uma arte sublime, uma arte de espectáculo.
Para indivíduos de muitas culturas, a música está extremamente ligada à sua vida. A música expandiu-se ao longo dos anos, e atualmente se encontra em diversas utilidades não só como arte, mas também como a militar, educacional ou terapêutica (musicoterapia). Além disso, tem presença central em diversas atividades coletivas, como os rituais religiosos, festas e funerais.
Há evidências de que a música é conhecida e praticada desde a pré-história. Provavelmente a observação dos sons da natureza tenha despertado no homem, através do sentido auditivo, a necessidade ou vontade de uma atividade que se baseasse na organização de sons. Embora nenhum critério científico permita estabelecer seu desenvolvimento de forma precisa, a história da música confunde-se, com a própria história do desenvolvimento da inteligência e da cultura humana.

Referências
1. Mousike, Henry George Liddell, Robert Scott, A Greek-English Lexicon, at Perseus
2. Dicionário Aurélio do Século XXI
3. "A Theatre Before the World: Performance History at the Intersection of Hebrew, Greek, and Roman Religious Processional" The Journal of Religion and Theatre, Vol. 5, No. 1, Summer 2006.
4. Nattiez, Jean-Jacques. Music and discourse: toward a semiology of music. [S.l.]: Princeton University Press, 1990. pp. 48, 55.
5. Wilkinson, Endymion Porter. Chinese history. [S.l.]: Harvard University Asia Center, 2000.
6. Alyn Shipton, A New History of Jazz, 2nd. ed., Continuum, 2007, pp. 4–5
7. Baroque Music by Elaine Thornburgh and Jack Logan, Ph. D.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%BAsica